Ao contrário do que se imagina, apesar do número elevado de bicicletas na cidade, cerca de 1.500, o número de furtos desse veículo nunca ultrapassa três ao ano, ressalta o comandante do 2º pelotão, sargento Marcelo Rodolfo Corce. Segundo ele, o que ocorre muito - e é até um fato inusitado - é o esquecimento de bikes. Tanto crianças como idosos costumam esquecer as bicicletas em determinado local. Nesses casos, os próprios moradores ou comerciantes recolhem e devolvem ao proprietário, posteriormente. Outro fato corriqueiro é uma pessoa encontrar uma bike estacionada e pegar para ir até determinado local. "Depois, o usuário devolve no mesmo local. Muitas vezes, o dono chega a procurar a PM e fazer a queixa, mas antes de registrar, damos uma volta pela cidade e encontramos alguém usando a bicicleta." No trânsito, o maior problema gerado pelas bicicletas é a falta de respeito às leis de trânsito. "Nem todo mundo segue as regras. As crianças, especialmente, costumam trafegar na contramão de direção. Os motoristas respeitam os ciclistas, tanto que a maioria dos acidentes são de bicicletas colidindo com o carro e não o contrário." Para amenizar o problema, anualmente a PM desenvolve palestras e campanha de orientação nas escolas e para toda a população. "Estamos tentando a mudança através da conscientização, um trabalho a longo prazo. Porém, aqui, a população tem o costume de andar no meio da rua. As calçadas acabam ficando vazias. É um antigo hábito." Mulheres compram mais
Há quase 30 anos que Pedro Cinel comercializa bicicletas. Ele também é um adepto do exercício aeróbico. Mensalmente, ele vende de 10 a 12 veículos de duas rodas. "A cidade é plana e todo mundo usa. As bikes femininas são as mais requisitadas, especialmente aquelas que possuem cestinhas na frente, seguida das infantis." O concorrente da loja, segundo Cinel são as oficinas. "Só eu vendo novas, mas muita gente compra as usadas ou manda consertar a sua. Temos duas oficinas na cidade. A nova custa em torno de R$ 350,00. Valor que é parcelado para facilitar a aquisição.
Valdiney Ferreira que em Reginópolis é conhecido por ?Nei? conserta bicicletas há 40 anos. Em sua pequena oficina ele faz de tudo para que o ciclista não fique sem seu veículo. "Conserto uma média de 10 bicicletas/dia." Mas não é só de consertos que o estabelecimento sobrevive. Nei também faz adaptações nas bikes. "Colocar rodinhas dos dois lados do pneu traseiro é a mais comum. Já fiz um tipo de triciclo para aquelas pessoas que não se equilibram muito bem. Também adaptei bicicleta para deficiente físico." Ele conserta uma média de 2.500 bicicletas por ano. Com isso, conhece a maioria delas. Com marchas, sem marchas, femininas ou masculinas, a grande maioria já conheceu a oficina do nei. Na cidade há mais uma delas. O grande volume de bicicletas na cidade garante um ganho mensal de aproximadamente R$ 2 mil/mês. "É um ramo bom porque o uso desse veículo cresce cada vez mais. Não usa combustível, ajuda a pessoa ser mais saudável e não polui o meio ambiente." Segundo ele, as mulheres lideram o uso de bicicletas em Reginópolis. "Elas usam muito as bikes com cestos a frente e com cadeirinhas para carregar crianças."
Há quase 30 anos que Pedro Cinel comercializa bicicletas. Ele também é um adepto do exercício aeróbico. Mensalmente, ele vende de 10 a 12 veículos de duas rodas. "A cidade é plana e todo mundo usa. As bikes femininas são as mais requisitadas, especialmente aquelas que possuem cestinhas na frente, seguida das infantis." O concorrente da loja, segundo Cinel são as oficinas. "Só eu vendo novas, mas muita gente compra as usadas ou manda consertar a sua. Temos duas oficinas na cidade. A nova custa em torno de R$ 350,00. Valor que é parcelado para facilitar a aquisição.
Valdiney Ferreira que em Reginópolis é conhecido por ?Nei? conserta bicicletas há 40 anos. Em sua pequena oficina ele faz de tudo para que o ciclista não fique sem seu veículo. "Conserto uma média de 10 bicicletas/dia." Mas não é só de consertos que o estabelecimento sobrevive. Nei também faz adaptações nas bikes. "Colocar rodinhas dos dois lados do pneu traseiro é a mais comum. Já fiz um tipo de triciclo para aquelas pessoas que não se equilibram muito bem. Também adaptei bicicleta para deficiente físico." Ele conserta uma média de 2.500 bicicletas por ano. Com isso, conhece a maioria delas. Com marchas, sem marchas, femininas ou masculinas, a grande maioria já conheceu a oficina do nei. Na cidade há mais uma delas. O grande volume de bicicletas na cidade garante um ganho mensal de aproximadamente R$ 2 mil/mês. "É um ramo bom porque o uso desse veículo cresce cada vez mais. Não usa combustível, ajuda a pessoa ser mais saudável e não polui o meio ambiente." Segundo ele, as mulheres lideram o uso de bicicletas em Reginópolis. "Elas usam muito as bikes com cestos a frente e com cadeirinhas para carregar crianças."