Estamos estupefatos com as atitudes tomadas pelo DAE. No final do ano passado, meu irmão, que reside no bairro Octavio Rasi, recebeu a visita de um funcionário do DAE dizendo que iria retirar o registro de água para uma vistoria e que, pelo tempo de uso do aparelho, provavelmente haveria a necessidade de trocá-lo por um novo e foi o que aconteceu. O mesmo informou que todos os registros de Bauru teriam um tempo de uso de cinco anos e que, após este período, haveria a necessidade de trocá-los por um novo.Às vezes, eu me pergunto baseado em quê e o por quê desta necessidade. Imaginem os senhores se Bauru tiver uns 100 mil imóveis considerando os prédios residenciais, industriais e comerciais. Vamos dividir esses cinco anos o que daria 20 mil registros por ano, isso só nas trocas fora as novas construções. Fazendo um cálculo de mais ou menos R$ 50,00 por registro o valor seria de R$ 1.000.000,00 que entrariam no comércio de Bauru por ano. Aí, eu pergunto: quantas lojas existem em Bauru que têm esses registros aprovados pelo Inmetro para serem vendidos? Como o meu, existem em Bauru muitos registros funcionando perfeitamente há mais de 20 anos sem estar irregular. Alguns sem a mínima necessidade de troca. Será que houve um estudo e testes dos aparelhos em uso em nossa cidade? Será que foi comprovado que junto das águas passa também pelos registros uma certa quantidade de ar, que é registrada como passagem de água e que esses registros novos vão eliminar esses problemas no bolso dos consumidores? Ou que em alguns há defeitos que estão bloqueando a passagem de água? Se existem aparelhos com a chamada prática de gato não seria o caso de uma fiscalização mais rígida onde seriam punidos os autores deste crime? Como diz um certo analista político: é ver para crer. (Luiz Carlos Lima - representante comercial)
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Estamos estupefatos com as atitudes tomadas pelo DAE. No final do ano passado, meu irmão, que reside no bairro Octavio Rasi, recebeu a visita de um funcionário do DAE dizendo que iria retirar o registro de água para uma vistoria e que, pelo tempo de uso do aparelho, provavelmente haveria a necessidade de trocá-lo por um novo e foi o que aconteceu. O mesmo informou que todos os registros de Bauru teriam um tempo de uso de cinco anos e que, após este período, haveria a necessidade de trocá-los por um novo.Às vezes, eu me pergunto baseado em quê e o por quê desta necessidade. Imaginem os senhores se Bauru tiver uns 100 mil imóveis considerando os prédios residenciais, industriais e comerciais. Vamos dividir esses cinco anos o que daria 20 mil registros por ano, isso só nas trocas fora as novas construções. Fazendo um cálculo de mais ou menos R$ 50,00 por registro o valor seria de R$ 1.000.000,00 que entrariam no comércio de Bauru por ano. Aí, eu pergunto: quantas lojas existem em Bauru que têm esses registros aprovados pelo Inmetro para serem vendidos? Como o meu, existem em Bauru muitos registros funcionando perfeitamente há mais de 20 anos sem estar irregular. Alguns sem a mínima necessidade de troca. Será que houve um estudo e testes dos aparelhos em uso em nossa cidade? Será que foi comprovado que junto das águas passa também pelos registros uma certa quantidade de ar, que é registrada como passagem de água e que esses registros novos vão eliminar esses problemas no bolso dos consumidores? Ou que em alguns há defeitos que estão bloqueando a passagem de água? Se existem aparelhos com a chamada prática de gato não seria o caso de uma fiscalização mais rígida onde seriam punidos os autores deste crime? Como diz um certo analista político: é ver para crer. (Luiz Carlos Lima - representante comercial)