Sempre que estou de passeio pelo Mary Dota, às quartas-feiras, passo pela feira do bairro, que se realiza na Regional. Ocorre que ao estacionar o veículo próximo ao portão de acesso pela rua de tráfego do circular, sentido bairro/centro, fiquei indignada com uma "boca de lobo" totalmente aberta, com a tampa caída dentro da vala, sem qualquer sinalização, o que certamente pode ocasionar um grave acidente com os frequentadores do local e transeuntes, haja vista que a "boca de lobo" fica na calçada e o local torna-se ainda mais perigoso à noite, posto que a rua tem pouca iluminação. Não obstante minha indignação com os fatos acima, a indignação maior é que o problema referenciado ocorre ao redor da Regional do bairro, local este repleto de "funcionários" a cargo do município, e até a presente data não tomaram nenhuma providência, haja vista que, datado de 23/01/2011, passei pelo local e cons-tatei a mesma situação. Assim sendo, fica uma pergunta? Será que precisa ocorrer um acidente grave para tomarem as providências cabíveis. (Neuza B. de Carvalho)
escolha sua cidade
Bauru
escolha outra cidade
Sempre que estou de passeio pelo Mary Dota, às quartas-feiras, passo pela feira do bairro, que se realiza na Regional. Ocorre que ao estacionar o veículo próximo ao portão de acesso pela rua de tráfego do circular, sentido bairro/centro, fiquei indignada com uma "boca de lobo" totalmente aberta, com a tampa caída dentro da vala, sem qualquer sinalização, o que certamente pode ocasionar um grave acidente com os frequentadores do local e transeuntes, haja vista que a "boca de lobo" fica na calçada e o local torna-se ainda mais perigoso à noite, posto que a rua tem pouca iluminação. Não obstante minha indignação com os fatos acima, a indignação maior é que o problema referenciado ocorre ao redor da Regional do bairro, local este repleto de "funcionários" a cargo do município, e até a presente data não tomaram nenhuma providência, haja vista que, datado de 23/01/2011, passei pelo local e cons-tatei a mesma situação. Assim sendo, fica uma pergunta? Será que precisa ocorrer um acidente grave para tomarem as providências cabíveis. (Neuza B. de Carvalho)