Internacional

Experiência da delegacia da mulher no Brasil será levada aos haitianos

Aurélio Alonso
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Porto Príncipe -O número de estupros é alto no Haiti. Não há estatísticas confiáveis. A Polícia Haitiana funciona de forma precária. Há leniência da população, o que dificulta em muitos casos denunciar o agressor. O embaixador Igor Kipman explica que é um problema sério que ocorre desde antes do terremoto. A primeira delegacia da mulher tinha sido inaugurada no Forte Nacional, destruído pelo terremoto do ano passado. "O terremoto atrasou uma série de projetos em andamento, mas nada foi interrompido", declarou. Segundo ele, a violência sexual não é favorecida devido a grande quantidade de pessoas vivendo em acampamentos. No Haiti o jovem tem um rito de passagem que precisa ter a primeira experiência sexual e até violentar. "Isso é um pouco da cultura do país, mas está sendo combatido. Não se resolve em dois meses ou um ano", disse o embaixador.Jornalista Aurélio Alonso viajou ao Haiti pela Associação Paulista de Jornais (APJ) e Associação dos Jornais do Interior (ADI) a convite do Ministério da Defesa

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