Venho através da presente parabenizar a iniciativa do engenheiro Domingos Malandrino, diretor do Ciesp, em ceder o auditório para o Programa “Olhar Verde”. O evento em parceria com a Prefeitura Municipal de Bauru, Secretaria do Meio Ambiente, DAE, Site Digital, CBC Ambiental, o Instituto Pró-Terra, o Fórum Pró-Batalha, TBR Produções e mais a ilustre secretária da Educação, Vera Caserio. Minha admiração... Em especial... Rodrigo Maia, com o novo site, com conteúdos e ferramentas em prol de ajudar o Planeta; Luciana Gonçalves, gerente de marketing, idealizadora do projeto, exemplo de boa educação e consciência ecológica; Willian, da TBR, em oferecer o melhor da apreciação musical e sua equipe dedicada; Carmem Baffi de Carvalho (DAE). Eliel, engenheiro florestal (DAE); funcionários do café; equipe da Semma/estagiárias na realização do Projeto Meio Ambiente e o Projeto Natal Verde. No entanto, o espetáculo do programa contou com a colaboração e participação dos “Educadores” da rede municipal de Bauru, encontro com os colegas da querida cidade de Pederneiras e Piratininga. Afinal, nós, educadoras, especialistas, mestres, com “olhar” diferenciado, apurado, na prática de ações fundamentais, com o objetivo de levar educação ambiental e cidadania, preocupados com o conhecimento e amar a preservação do meio ambiente, profissionais da carreira, com o desafio de levar a consciência ecológica, na qualidade de vida para a espécie humana. Vale lembrar que a sustentabilidade do Planeta está, sem dúvida, nas mãos do homem, o único a ser capaz, com suas ações, de preservar o meio ambiente, assim preleciona a suprema carta de 1988. Não se trata de ser contra o progresso, mas de promover o desenvolvimento econômico-social, tecnológico com os requisitos am-bientais utilizando e conservando de modo racional. O Brasil avançou em termos de legislação, consagrou instrumentos de reparar os danos causados ao meio ambiente. Pois, países como Argentina e Uruguai já se diferenciam, ao contrário do México, que não precisou de nenhum documento, mas de consciência e amor à sua Terra... Entretanto, assistimos a uma trágica inversão, sendo o homem obrigado a recorrer ao Direito para salvar a natureza que morre, basta assistir e ouvir à tragédia das enchentes,em São Paulo e Rio de Janeiro. Logo, nota a importância das empresas, de considerar a questão ambiental na gestão de seus negócios, na melhoria da eficiência, empre-gabilidade, redução de custos, redução de gases poluentes, eis uma questão de sobrevivência em um mercado exigente, globalizado e competitivo, nenhuma empresa quer sua marca associada ao lixo; e a Natureza não provoca lixo... Deixo grafado a reflexão para o novo ano, que faz surgir: “Querido Jesus, precisas ver o que temos feito com esta Terra na qual teu Pai criou vida e vida inteligente! Nossa ambição de lucro polui rios e mares, queima florestas, exaure o solo, resseca mananciais, extingue espécies marítimas, aéreas e terrestres, altera os ciclos das estações e envenena a atmosfera. Gaia se vinga cancerizando-nos, reduzindo as defesas de nossos organismos, castigando-nos com a fúria de seus tornados, tufões, furacões, terremotos com frio e calor intensos.” Frei Betto, Folha de S.Paulo, 24/12/1998, cad1, p.3. (Flávia Fernanda Fregatti - professora/advogada, OAB 191107, especialista em Direito Ambiental)
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Venho através da presente parabenizar a iniciativa do engenheiro Domingos Malandrino, diretor do Ciesp, em ceder o auditório para o Programa “Olhar Verde”. O evento em parceria com a Prefeitura Municipal de Bauru, Secretaria do Meio Ambiente, DAE, Site Digital, CBC Ambiental, o Instituto Pró-Terra, o Fórum Pró-Batalha, TBR Produções e mais a ilustre secretária da Educação, Vera Caserio. Minha admiração... Em especial... Rodrigo Maia, com o novo site, com conteúdos e ferramentas em prol de ajudar o Planeta; Luciana Gonçalves, gerente de marketing, idealizadora do projeto, exemplo de boa educação e consciência ecológica; Willian, da TBR, em oferecer o melhor da apreciação musical e sua equipe dedicada; Carmem Baffi de Carvalho (DAE). Eliel, engenheiro florestal (DAE); funcionários do café; equipe da Semma/estagiárias na realização do Projeto Meio Ambiente e o Projeto Natal Verde. No entanto, o espetáculo do programa contou com a colaboração e participação dos “Educadores” da rede municipal de Bauru, encontro com os colegas da querida cidade de Pederneiras e Piratininga. Afinal, nós, educadoras, especialistas, mestres, com “olhar” diferenciado, apurado, na prática de ações fundamentais, com o objetivo de levar educação ambiental e cidadania, preocupados com o conhecimento e amar a preservação do meio ambiente, profissionais da carreira, com o desafio de levar a consciência ecológica, na qualidade de vida para a espécie humana. Vale lembrar que a sustentabilidade do Planeta está, sem dúvida, nas mãos do homem, o único a ser capaz, com suas ações, de preservar o meio ambiente, assim preleciona a suprema carta de 1988. Não se trata de ser contra o progresso, mas de promover o desenvolvimento econômico-social, tecnológico com os requisitos am-bientais utilizando e conservando de modo racional. O Brasil avançou em termos de legislação, consagrou instrumentos de reparar os danos causados ao meio ambiente. Pois, países como Argentina e Uruguai já se diferenciam, ao contrário do México, que não precisou de nenhum documento, mas de consciência e amor à sua Terra... Entretanto, assistimos a uma trágica inversão, sendo o homem obrigado a recorrer ao Direito para salvar a natureza que morre, basta assistir e ouvir à tragédia das enchentes,em São Paulo e Rio de Janeiro. Logo, nota a importância das empresas, de considerar a questão ambiental na gestão de seus negócios, na melhoria da eficiência, empre-gabilidade, redução de custos, redução de gases poluentes, eis uma questão de sobrevivência em um mercado exigente, globalizado e competitivo, nenhuma empresa quer sua marca associada ao lixo; e a Natureza não provoca lixo... Deixo grafado a reflexão para o novo ano, que faz surgir: “Querido Jesus, precisas ver o que temos feito com esta Terra na qual teu Pai criou vida e vida inteligente! Nossa ambição de lucro polui rios e mares, queima florestas, exaure o solo, resseca mananciais, extingue espécies marítimas, aéreas e terrestres, altera os ciclos das estações e envenena a atmosfera. Gaia se vinga cancerizando-nos, reduzindo as defesas de nossos organismos, castigando-nos com a fúria de seus tornados, tufões, furacões, terremotos com frio e calor intensos.” Frei Betto, Folha de S.Paulo, 24/12/1998, cad1, p.3. (Flávia Fernanda Fregatti - professora/advogada, OAB 191107, especialista em Direito Ambiental)