Tribuna do Leitor

Barulho ilegal!


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Com respeito à matéria intitulada “vizinhos de posto de combustível convivem com o barulho diário” (JC, 27/01/11), utilizo-me desta conceituada coluna para me solidarizar com a cidadã Juliana P. dos Santos, moradora das imediações do referido local, ou seja, quadra 26 da avenida Duque de Caxias. Resido a três quadras deste posto e, assim como a família desta moça, não durmo com o barulho ensurdecedor que vem dos rádios dos car-ros estacionados ali, com seus porta-malas abertos (às sextas e sábados, até as 7 horas da manhã), perturbando a paz dos que necessitam do sagrado sono noturno. Concordo com a PM que alega que este tipo de chamada os tira de outras áreas onde poderiam fazer as patrulhas de prevenção... Quem deve cuidar disso, em minha humilde opinião, é o dono do estabelecimento (o próprio gerente alega não concordar com o que acontece por lá), afinal de contas, só deixamos entrar em nossas casas, quem per-mitimos. Quem sabe uma saída não seria fechar mais cedo a loja de conveniência? Pelo que percebemos neste tipo de comércio, os jovens têm livre acesso às bebidas: já assistimos pela tv inúmeros casos de menores consumindo bebida alcoólica e até mesmo flagrantes de uso de entorpecentes em locais como esses. O que não pode continuar acontecendo é o desrespeito a nós, habitantes da área, que temos que ver e ouvir estas arbitrariedades acontecendo ao nosso lado e não podermos fazer nada! A lei que proíbe volume em decibéis acima do normal não mais existe? O proprietário do estabelecimento não se preocupa com a população que mora no  entorno do mesmo, que de verdade utiliza sua gasolina e seu álcool e que lhe traz o lucro ao fim do dia? Fico pen-sando se não seria melhor que ele abrisse então uma casa noturna, se o consumo de bebida é o seu maior filão!
Waldir Cosso

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