Tribuna do Leitor

DELEGACIA DE ENSINO DE BAURU


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Infelizmente, sinto que o nosso ensino público este cada vez precário. Às vésperas de começar as aulas nas escolas públicas, tem a luta dos professores para conseguir as aulas atribuídas. Estive acompanhando a última atribuição e senti na pele como os nossos mestres sofrem, pois o local escolhido para essas não tinha uma ventilação adequada, não tinha água para beber e não bastasse tudo isso, uma falta de organização sem tamanho para atribuição dessas aulas. Então eu pergunto: será que temos pessoas capacitadas para estar à frente dessa organização? Gostaria de ter uma resposta na próxima edição das atribuições, em que farei questão de estar presente para averiguar e creio e quero acreditar que terei uma resposta positiva, não com palavras, mas com atitudes. Além disso, os professores tiveram em dezembro de 2010 uma prova de avaliação aplicada pela Fundação Carlos Chagas para testar os seus conhecimentos na disciplina que lecionam e logo, então, ficamos sabendo que a Carlos Chagas anulou duas perguntas da disciplina Língua Portuguesa, mas que infelizmente e não sei baseado em quê. O sr. Rivaldo, da Delegacia de Ensino de Bauru, não vai acatar as anulações dessas duas perguntas. Muito me es-panta a decisão do sr. Rivaldo. Chamo a atenção dos órgãos competentes e também da Apeoesp para verificar a decisão do nobre professor, que um dia também frequentou as salas de aula, mas acho que esqueceu as suas origens. Espero que o sr. Rivaldo, após ler essa carta, pense nas tantas pessoas que ele está prejudicando e que precisam trabalhar para colocar o que comer dentro de casa. Precisamos de profissionais que façam a educação no ensino público acontecer.
Alex Costa - jornalista

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