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SP quer fechar cadeias femininas em 2012


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São Paulo - O Estado de São Paulo deverá começar o ano de 2012 sem mulheres presas em cadeias públicas e carceragens, segundo Informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Atualmente são cerca de 3.300 mulheres presas. A expectativa do governador Geraldo Alckmin (PSDB) é que todas deverão ser transferidas para Centros de Detenção Provisória (CDPs), que já estão sendo construídos. A transferência permitiria liberar policiais civis, atualmente responsáveis pela guarda das presas, para função de investigação criminal e atendimento à população. Em relação ao projeto de reengenharia nas unidades da Polícia Civil na região, Alckmin diz que boletins de ocorrência poderão ser registrados em unidades da Polícia Militar em cidades onde os indicadores mostrarem que a recomendação é de concentrar policiais civis em uma só unidade. O projeto prevê reforço da investigação sem diminuir o número de policiais na região. "Nossa proposta é a eficiência. Fazer com os nossos recursos humanos o máximo que a gente puder", disse Alckmin.
Fuga em Barretos
A Polícia Militar de Barretos (238 km de Bauru) continua as buscas pelos 43 detentos que fugiram anteontem da cadeia pública da cidade. Oito já foram localizados e reconduzidos à cadeia, que fica em um prédio no centro. Segundo o delegado João Brocanello Neto, por volta das 20h45 da sexta-feira, os presos cerraram as grades e renderam dois carcereiros. Na fuga, foram levadas uma pistola e uma espingarda, além dos celulares dos carcereiros. A pistola já foi recuperada pela PM.

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