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Ministro pede verbas, mas evita apoiar volta da CPMF

Folhapress
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Brasília - Em visita ao Congresso ontem, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse haver um consenso de que o setor precisa de mais recursos, além de um aperfeiçoamento no atual modelo de gestão. Questionado se a solução seria a volta da CPMF, afirmou que esse debate cabe a deputados e senadores.

O ministro Luiz Sérgio (Relações Institucionais) e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), negaram que o governo planeje votar a criação de um novo imposto.

Em encontro com governadores do Nordeste anteontem, a presidente Dilma Rousseff afirmou que o Palácio do Planalto discute uma forma de aumentar os recursos para a área.

Parte dos governadores defendeu a recriação de contribuição exclusiva para a saúde, nos moldes da CPMF, extinta em 2007 pelo Congresso, em uma votação que representou uma das maiores derrotas de Lula. "É fundamental aprimorar a gestão para que os recursos tenham o melhor impacto possível. E há um consenso de muita gente, médicos, partidos, prefeitos, de que tem que ter mais recursos", afirmou Padilha.

Padilha citou ainda a necessidade de um "financiamento estável e permanente para a área".

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