Política

Programa municipal para refinanciamento é debatido


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A proposta do grupo oposicionista de atrelar os recursos provenientes do Refinanciamento Fiscal (Refis) ao tratamento de esgoto na cidade gerou discussão na na sessão do Legislativo. Conforme o Jornal da Cidade adiantou em sua edição de ontem, os vereadores da situação criticaram o fato de não terem sido chamados para conversar sobre a proposta.

Roque Ferreira (PT) afirmou que vai solicitar à Prefeitura de Bauru informações sobre os grandes devedores do município. Ele quer saber quanto significa na dívida ativa a soma dos 100 maiores devedores. Renato Purini (PMDB) ressaltou que a discussão sobre a proposta de vinculação deveria ter sido entre todos os vereadores. Ele também ressaltou que é preciso estabelecer uma prioridade. "O tratamento de esgoto é urgente, mas asfalto, iluminação pública, saúde, também são", observou.

Ele também pontuou que é preciso discutir antes as condições trazidas pelo projeto antes de estabelecer o que será feito com o dinheiro arrecadado. "Não se pode dizer simplesmente que se não for daquele jeito, não será aprovado", criticou.

Já Moisés Rossi (PPS) destacou a importância de se implementar o Refis sem beneficiar os maus pagadores, mas oferecendo condições mais atrativas para que a adesão não seja vazia. Chiara Ranieri (DEM) defendeu a proposta da oposição. "Temos um fundo específico para o esgoto, mas talvez ele não atenda à necessidade. Por isso se fala em financiamento da obra. Mas nós nos colocamos radicalmente contra o endividamento do município", colocou.

Fernando Mantovani (PSDB) elogiou a proposta elaborada pelo grupo. "Tenho orgulho de participar da oposição. O grupo deu uma luz para se realizar o tão sonhado tratamento de esgoto. É uma ideia brilhante, de um grupo muito inteligente", proclamou.

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