Polícia

Delegado diz que não está em vídeo de Parelheiros


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O delegado Renzo Santi Barbin, que foi afastado de seu trabalho no núcleo da Corregedoria da Polícia Civil de Bauru, procurou o Jornal da Cidade para contestar algumas informações que constam em matéria publicada na edição do último dia 26. Segundo suas informações, ele não aparece no vídeo que mostra a prisão em flagrante da escrivã V.F.S.L., acusada de receber propina em junho de 2009, em São Paulo.

Ela foi despida à força na Delegacia de Parelheiros, na Capital paulista, após denúncia de que teria recebido R$ 200,00 para favorecer um suspeito de portar munição.

Segundo Barbin, ele foi solicitado para participar das diligências sobre o caso apenas para dar apoio operacional. Na ocasião ele trabalhava na Corregedoria de São Paulo, e não na citada delegacia de Parelheiros.

"Eu nunca trabalhei naquela delegacia e nunca entrei na sala onde a escrivã foi detida. O tempo todo eu fiquei do lado de fora, no pátio, acompanhando a pessoa que foi extorquida por ela", afirma.

O delegado confirma que foi afastado de suas atividades na Corregedoria e que no momento está lotado no Deinter-4, com sede em Bauru. A decisão foi tomada no início da semana passada pelo secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto. O caso continua sendo investigado.

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