Política

Prefeitura aponta duas áreas como alternativas

Nelson Gonçalves
| Tempo de leitura: 2 min

O prefeito Rodrigo Agostinho defendeu ontem, ao lado do presidente da Emdurb, Nico Mondelli Júnior, que duas áreas localizadas quase contíguas ao atual aterro atenderão às exigências para a futura homologação de novo aterro. Sobre o tempo de demora para a obtenção de licença de operação, o prefeito acredita que o prazo de 34 meses disponível é suficiente.

Uma das áreas é privada, na chamada Fazenda Araçatuba, logo acima do aterro atual. "Neste caso teríamos de desapropriar. Mas por se tratar de área rural o custo não é elevado e isso pode ser feito", disse. A outra pertence ao Estado, mas está ligada à Secretaria de Administração Penitenciária (SAP).

Entre o aterro atual e a área estadual há uma gleba de mata, que seria apontada como compensação ambiental. Ao seu lado, à direita, está a gleba estadual. "Estamos aguardando relatório de sondagem nessas duas áreas, com definição de profundidade de aquífero e rocha, para ver se há limitações de uso e depois continuaremos o processo. O tempo de 34 meses destinado ao uso do atual aterro é suficiente para realizar o projeto e implantação do novo", disse Rodrigo.

Mas outras ações paralelas terão de ser realizadas, no tempo, como aquisição de caminhões novos para a coleta (três ainda em 2011), início do projeto do novo aterro, estudo para análise de viabilidade de implantação de usina para queimar a energia no novo dispositivo, para atender à legislação que entrará em vigor em 2014, e montagem, pela Emdurb, de futura central de triagem no aterro.

Outras medidas adicionais estão inclusas no processo, como instalação de ecopontos (seis em 2011), colocação de containers para coleta de lixo no Centro, ampliação da cobertura da coleta seletiva e de participação (conscientização) do cidadão para a separação do material nas residências. Uma usina de entulho, no Distrito Industrial III, em fase de implantação, também está inserida no cronograma.

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