Itapuí ? O promotor de Justiça de Jaú, Jorge João Marques de Oliveira, pediu a instauração de inquérito policial na delegacia para apurar se houve crime ambiental no recolhimento de lixo doméstico em aterro interditado em Itapuí (44 quilômetros de Bauru)
A denúncia foi feita pela ONG Instituto Socioambiental Eco Vida que flagrou no sábado o descarte de lixo na área do antigo lixão.
Por ocasião da interdição a Cetesb autorizou a prefeitura a utilizar a área provisoriamente para realização do transbordo do lixo para um aterro instalado na cidade Guatapará, mas a prefeitura teria suspendido o envio do lixo desde outubro, segundo a ONG.
A Prefeitura de Itapuí esclareceu ontem em nota expedida pela assessoria de imprensa que, devido às chuvas intensas e constantes nos últimos 10 dias no município, houve um atraso do envio do lixo doméstico para Guatapará por parte da empresas contratada, resultando em acúmulo, de lixo na área do transbordo.
"A empresa contratada pelo serviço comprometeu-se, e está cumprindo esta semana uma operação rápida de retirada do lixo acumulado no local. Portanto, até, no máximo segunda-feira, a situação será normalizada", informa o prefeito José Gilberto Saggioro (PPS) por meio da assessoria de imprensa.
A administração municipal informa que assinou no dia 3 deste mês decreto-lei desapropriando área de um alqueire e meio ? próxima ao antigo aterro ? para construção de novo aterro sanitário.