Cidades irmãs quase que isoladas nos "imensos" 10 quilômetros de buracos e ondulações na pista que as separam, em pleno país que sediará a próxima Copa do Mundo e no coração do Estado teoricamente mais rico da Federação.
Pobres usuários, certamente é assim que podemos descrever os que trafegam por ela. Revolta, risco de vida... Indagações pairam no ar:
- No sentido do que chamam "choque de gestões", quem é o atual responsável pela rodovia, o Estado ou a suposta concessionária? Desde quando e em que condições?
- Qual seria a responsabilidade dos municípios?
- Por que as obras do terminal rodoviário de Cabrália custam a começar? Seria construída em mesmo período da reforma da rodovia?
- A quem interessa esta demora e o estado lastimável da rodovia?
- Se para termos uma estrada de qualidade é preciso ter pedágio, onde está sendo aplicado o dinheiro do IPVA?
- Quem se responsabiliza pelas vidas que provavelmente ficarão pelo caminho?
Certo dia, o "professor" pediu a um de seus discípulos que me chamasse de ex-vereador demagogo. Estava enganado! Sou apenas mais um cabraliense, assim como qualquer outro.
Andrey A. Garbulio - comerciante