Tribuna do Leitor

SOLUÇÃO HÁ


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Quando foi implantado o Pro-álcool, técnicos e engenheiros, após estafantes estudos, entre consumo de álcool e de gasolina pelos motores dos veículos envolvidos no processo, concluiram que, para que o uso do álcool fosse economicamente viável, era imperativo que a razão (quociente de a para b sendo a e b números racionais com b # 0) entre o preço do álcool e da gasolina fosse, no máximo, 0,7. Acima desse quociente seria contraproducente o uso do álcool, uma vez que motores a álcool consomem mais que motores a gasolina. Pois bem, com a disparada do preço do álcool, esse quociente (razão) atingiu 0,83, portanto, 18,5% acima do máximo equacionado. Debatem-se governistas, economistas e a indústria sucroalcooleira para resolver o impasse ou, pelo menos, para que seja dada uma satisfação ao consumidor, sem que se chegue a um denominador comum. Excelentíssima Senhora Dilma e asseclas, aqui vai a solução matemática para tão angustiante problema: estando o litro do álcool a R$ 2,25, passe a gasolina, imediatamente, para irrisórios, R$ 3,21 e estará resolvida a questão.


Edson de Oliveira

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