Política

As parábolas do Segalla


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Na tarde de ontem, o vereador José Roberto Segalla (DEM) voltou a usar uma me-táfora para analisar a administração de Rodrigo Agsotinho (PSDB). Na verdade, o vereador teceu uma verdadeira parábola. Nela, ele relatou a história ficctícia de um industrial que ao fazer uma viagem de negócios com os diretores de sua empresa sofreu um acidente aéreo e todos morrem. O filho do industrial, ao assumir a administração do negócio, colocou nos cargos de direção amigos ou pessoas a quem devia favores. "Como vai caminhar bem uma administração dessas?", questionou.

Para o vereador, foi dessa forma que se comportou o prefeito ao assumir o Executivo, após a saída de Tuga Angerami e todo o seu secretariado. Segalla pontua que Rodrigo escalou para as principais pastas da prefeitura amigos sem experiência administrativa ou completos desconhecidos. ?Tenho certeza que o prefeito não conhecia o atual presidente do DAE", pontuou, referindo-se ao engenheiro eletricista André Andreoli. "Não discuto o conhecimento e a capacidade intelectual, mas a capacidade de resolver problemas", observou.

Em agosto, Segalla já tinha usado na tribuna uma parábola para avaliar os investimentos da prefeitura. Na ocasião, ele comparou Bauru a um homem com problemas estéticos e de saúde e que tinha de escolher onde aplicaria seu pouco dinheiro: na aparência ou no tratamento médico.

Na avaliação do demista, o prefeito escolheu melhorar a aparência da cidade ao invés de enfrentar os problemas estruturais de Bauru. "Se vocês estão felizes com a caiação de sarjeta, errado estou eu que insiste em que devemos atacar os problemas", observou na ocasião.

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