? Palestra sobre dores na coluna
Dores na coluna é o tema de uma palestra gratuita que o Hospital São Luiz irá realizar no dia 14 de abril, quinta-feira, às 19 horas, na unidade Anália Franco, localizada no Tatuapé, zona leste de São Paulo. O ortopedista Paulo Vinicius Pinheiro Zugliani irá falar sobre os cuidados para se evitar dores lombares, queixa constante entre os pacientes que procuram um médico desta especialidade. O bate-papo faz parte da programação mensal de palestras gratuitas da unidade. Para participar, os interessados podem se inscrever pelo telefone (11) 3386-1584 ou pelo site www.saoluiz.com.br.
? Palestra para casais com dificuldade de ter filhos
A Clínica Genics Medicina Reprodutiva e Genômica, em parceria com o Hospital e Maternidade São Luiz, promoverá no dia 14 de abril, quinta-feira, às 19h30, uma palestra gratuita para casais que têm problemas de engravidar. O encontro, que será realizado na unidade Itaim do Hospital, é coordenado pelo médico Aléssio Calil Mathias, diretor da Genics e do Instituto de Ciências em Saúde (ICS). Na palestra serão abordados, entre outros temas, a restauração da fertilidade dos casais que enfrentam dificuldades para ter filhos e a preservação da fertilidade de pacientes com câncer. Para participar é necessário fazer a inscrição antecipadamente. Mais informações pelo telefone (11) 3040-1584.
? Número de telefone do Disque-Saúde vai mudar
O telefone do Ministério da Saúde para atendimento ao cidadão, conhecido como Disque-Saúde, vai mudar para o número 136, no lugar do atual 0800 61 1997. O novo número deve entrar em vigor de 30 a 90 dias. Com o número menor, de três dígitos, o ministério espera facilitar a memorização do telefone e o acesso da população à ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS), presente em 26 estados e no Distrito Federal, com exceção do Rio Grande do Sul, que ainda está implantando o serviço. Ao ligar, o cidadão poderá obter informações sobre doenças e remédios ou fazer reclamações do serviço prestado pelo SUS.
? Anvisa suspende fabricação e uso de produto com sibutramina na fórmula
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu em todo o país a fabricação, importação, distribuição, o comércio e uso dos produtos Quitosana e Quitosana associada a outros produtos das marcas Algas Regi, Sliminus e Fibratto, fabricados pela empresa Ledal Química do Brasil Ltda. O motivo da proibição foi a presença da sibutramina - substância indicada para redução do peso no tratamento da obesidade - nas fórmulas dos produtos citados, que eram vendidos como alimentos.
A Anvisa determinou ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) a apreensão e inutilização de todos os lotes dos produtos. A resolução foi publicada no dia 7 no Diário oficial da União.
? Rio lidera casos graves de dengue no País
O Rio de Janeiro lidera a estatística de casos graves de dengue e o segundo lugar no registro de mortes nos três primeiros meses deste ano. O balanço parcial do Ministério da Saúde mostra que 19 pessoas morreram em consequência da doença. O Ceará, com 20 mortes, ficou em primeiro. Por região, o Nordeste tem o maior número de mortes, 32. Em segundo lugar, aparece o Sudeste (27), seguido pelo Norte (20), Sul (10) e o Centro-Oeste (6). Mais de 100 mortes suspeitas continuam em investigação. Em relação aos casos graves da doença, foram 1.064 notificações, número superior à soma de todos os casos graves registrados nas regiões Norte (498), Nordeste (315), Centro-Oeste (88) e Sul (47). Na Região Sudeste, foram 1.260 casos no trimestre.
? Coração artificial brasileiro espera aprovação do governo para ser usado em pacientes
O Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia aguarda o aval do Ministério da Saúde para implantar o primeiro coração artificial brasileiro em pacientes. O aparelho foi desenvolvido ao longo de dez anos, com bezerros como cobaias. O modelo nacional não substitui o coração natural, mas funciona como órgão auxiliar. Por isso, Segundo o coordenador do Centro de Engenharia do instituto, Aron José Pazin de Andrade, "a cirurgia de implantação é mais simples, uma vez que não tem que tirar o coração do paciente. E a adaptação do paciente ao aparelho é mais fácil, porque o controle da frequência cardíaca do artificial é mais fácil". Como toda a pesquisa foi financiada por órgãos públicos, o coração artificial brasileiro deverá custar apenas um quinto dos equivalentes fabricados no exterior, variando entre US$ 30 mil e US$ 60 mil.