Politicando

Toró de palpites


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Fez a delícia do serpentário do Itamaraty, do primeiro governo Lula, um diálogo entre o então presidente e o chanceler Celso Amorim, durante viagem ao Exterior. Ao final de um assunto complexo, Amorim propôs: - Na volta, nós reunimos o ministro Zé Dirceu e fazemos um brainstorm.

- Brein o quê?, interessou-se Lula.

- É uma conversa que provoca "chuva" de ideias, sugestões, presidente.

-Ah, captou Lula - Na minha terra a gente chama de "toró de palpites". E todos caíram na gargalhada.


Lúcio Jacomini - Lido no blog do Cláudio Humberto

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