Belo Horizonte - Foi realizada anteontem, na sala de audiências da 9ª Vara Criminal do Fórum Lafayette, a última audiência de instrução do caso que apura a morte do jogador Willian Morais, meia-atacante do Corinthians que estava emprestado ao time América-MG. Um dos três acusados disse que o tiro foi acidental e que o jogador partiu para cima do trio. Todos os réus negaram a denúncia.
O primeiro a depor foi D.C.F.S., acusado de ter atirado contra o atleta. Ele disse que não tinha a intenção de praticar roubo. Alegou que andava armado por segurança, pois estava sendo ameaçado. Segundo D.C.F.S, que estava em companhia de H.S.L.S., os dois tinham se encontrado em um campo de futebol próximo ao sítio, onde estavam fumando maconha. Ao passarem perto do local da festa, mexeram com a moça que acompanhava o atleta. Nesse momento, Willian teria tirado satisfação com ambos e dado um soco no peito de H.S.L.S., e partido para a agredir D.C.F.S.
D.C.F.S disse que então tirou a arma da cintura e pediu que o atleta se afastasse. Porém, como a arma estava engatilhada, o jogador esbarrou nela, que disparou. Os dois saíram correndo para a casa de D.C.F.S., quando então o outro acusado, D.C.B.M., apareceu.