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O novo e o velho

Ricardo Coube
| Tempo de leitura: 2 min

Levando em conta a velocidade com que as mudanças ocorrem nos dias de hoje, nunca, e o processo é progressivo, o velho e o novo, em todos os sentidos, convivem conjuntamente de forma tão intensa. Nas empresas, ambiente que tenho familiaridade, novas gerações de pessoas convivem com outras gerações em todos as ati-vidades empresariais. Empresas mais novas competem com outras mais velhas, disputando os mesmos mercados/clientes existentes. Trata-se de grande desafio para ambas! A própria saúde das pessoas proporciona ou estimula o prolongamento da vida útil, promovendo naturalmente este convívio de gerações em diversos meios e campos da vida moderna. Inclusive dentro das famílias. Tanto o jovem quanto o mais experiente possuem virtudes que precisam ser harmonizados para o bem de qualquer projeto ou convivência.

A vida possui valores perenes que nunca mudam, ou seja, o respeito, a educação, a ética, a responsabilidade e a seriedade, juntos com a ousadia do jovem e a criatividade são valores crescentes na quantidade e na importância que se dá aos cidadãos com estas qualidades. Acho que a Internet e a excessiva facilidade de comunicação nos dias de hoje, além do fácil acesso à informação, tendem a formar gerações diferentes, porém dotadas de valores mais compatíveis com as exigências deste mundo globalizado, sem fronteiras, sem limites tangíveis, etc... Neste mundo de hoje não sabemos quem concorre com quem, quem é mercado de quem, quem é cliente, quais os limites de produtos e serviços etc...Qual a duração temporária de um produto? Qual será a tecnologia concorrente? Por que existem produtos que duram tanto tempo? Enfim, este é o mundo das incertezas, cuja única certeza é que viver neste mundo é diferente daquele de ontem. E neste domingo tão especial, quando se comemora o "Dias das Mães", rendo-me às pessoas que mais sabem harmonizar na vida o novo e o velho. Trata-se do ser mais globalizado da terra.

Ninguém melhor que as mães para compreender, aceitar, adaptar, reconhecer e valorizar tudo aquilo que acontece com os filhos, de forma positiva e criativa. Ninguém conhece melhor o seu mercado, os seus produtos que a mãe. Opinião de mãe sobre seus filhos é infalível. Portanto, não há melhor lição para as em-presas do que imitar as mães para conhecer sua equipe de trabalho, clientes, fornecedores, etc... Viva as mães! E que o senso de justiça das mães seja crescente na humanidade.

O autor, Ricardo Coube, é diretor do Grupo Tiliform

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