Os Estados Unidos e a China começam dois dias de reuniões nesta segunda-feira, uma oportunidade para as duas maiores economias do mundo lidarem com suas diferenças.
A exigência de Washington para uma reforma cambial de Pequim deve ser combatida com expressões de preocupação da China, maior credor dos EUA, sobre o elevado nível da dívida norte-americana.
Antes das conversas, autoridades chinesas deixaram claro que estão acompanhando as negociações entre o governo de Barack Obama e os republicanos para conter o projetado déficit orçamentário de 1,4 trilhão de dólares.
As autoridades dos EUA, por sua vez, têm uma série de demandas, como o aumento do acesso de empresas norte-americanas na China e a implementação mais rápida de reformas no mercado financeiro, além de um regime cambial mais flexível e juros mais altos na China.