Se o foco principal do polo aquático brasileiro está nas Olimpíadas de 2016, o objetivo mais imediato é a disputa do Campeonato Mundial, marcado para julho, na China. O Brasil integra uma chave com Croácia, Canadá e Japão na fase inicial e os três primeiros classificam-se para a sequência da competição. A princípio, a meta é garantir vaga entre os 12 melhores da modalidade.
"Nosso objetivo é ficar entre os 12 melhores colocados. É totalmente possível ficar entre os 12. Estamos em um grupo que tem Croácia, que é potência mundial, Japão, que não é potência, e Canadá, que é um time que este ano perdemos na prorrogação no pré-Mundial. Então é totalmente possível ficar entre os 12. O que vier abaixo disso é perfeito. Se ficar entre os oito, é perfeito", aponta Rudá Franco, atleta da seleção.
A opinião é compartilhada pelo capitão da equipe nacional, Felipe Santos. "Nosso objetivo inicial é ficar entre os 12 primeiros do mundo. Aí, a gente vai contar com um pouquinho de sorte depois e também com nosso potencial. A gente está treinando bastante, o Goran chegou já faz um tempo e a gente já se adaptou melhor ao trabalho dele. Esse Mundial vai ser um bom momento para a gente mostrar que evoluiu bastante", acredita.