O Japão divulgou nesta terça-feira novos planos para conter a crise em sua usina nuclear danificada, depois de admitir que enfrenta um desafio ainda maior do que revelou a princípio mas que mantém o objetivo de controlar os reatores até janeiro.
Mais de dois meses após o terremoto de magnitude 9,0 seguido por um tsunami terem desencadeado o pior desastre nuclear desde Chernobyl, autoridades dizem que o risco de outra explosão na usina de Fukushima diminuiu, mas cada passo dado para retomar o controle se deparou com novos revezes.
A crise levou a uma reavaliação total da política de energia japonesa, que antes incluía a meta de gerar metade da eletricidade do país a partir de usinas nucleares até 2030.