Tribuna do Leitor

MEU AMIGO, MEU PAI


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Há exatos dezoito anos, em 13/5/1993, no dia consagrado a Nossa Senhora de Fátima, partia para junto do Pai o meu pai, Mario Frenhe. Partiram a sua presença, o seu olhar, seu sorriso, seus gestos, seu abraço, tudo aquilo que era físico, mas jamais partiu e nunca partirão, os seus ensinamentos, a sua honestidade, a sua amizade, seu amor à minha mãe, aos filhos e a toda sua família. Neste dia, em que a saudade aperta, vêm à tona lembranças de coisas corriqueiras, comuns, quase banais, como pequenos trabalhos que fizemos juntos no seu escritório, as "broncas" constantes no irmão mais novo, as eternas reuniões com a turma que preparava a pescaria anual ao Mato Grosso, os beijos infalíveis na mãe antes de sair e ao retornar para casa. Mas, este dia também é principalmente um dia de orações e agradecimento ao Pai pelo pai que tivemos aqui.

Mario Frenhe Junior

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