O Catar, anfitrião da Copa do Mundo de 2022, negou nesta segunda-feira por meio de um comunicado firme as alegações "graves, infundadas e falsas" da mídia inglesa de que teria subornado membros do comitê executivo da Fifa para obter o direito de sediar o Mundial.
Um inquérito parlamentar britânico neste mês sobre o fracasso da candidatura inglesa para sediar a Copa do Mundo de 2018 recebeu informações do parlamentar Damian Collins indicando que havia provas do jornal Sunday Times de que Issa Hayatou, de Camarões, e Jacques Anouma, da Costa do Marfim, teriam recebido pagamentos do Catar.
O Catar negou as acusações de compra de votos dos dois africanos, e na segunda-feira divulgou um comunicado de quatro páginas rejeitando as alegações e afirmando que estava de portas abertas para uma investigação sobre o processo de votação.