Saúde

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?Abacate faz bem

Durante anos, essa deliciosa fruta teve fama de vilã. Gostosa sim, mas engorda. Recentes pesquisas, no entanto, estão demonstrando que o abacate reduz em 40 % o ICM (índice de massa corporal) e pode sim, estar presente nas dietas de emagrecimento. Quem tirou do abacate a fama de vilão foi o ácido oleico, a mesma gordura boa presente no azeite de oliva.


?Sensação de saciedade

O ácido oléico, encontrado na polpa do abacate, aumenta a sensação de saciedade e baixa o índice glicêmico da refeição, o que resulta em menos gordura no corpo. Se for consumido na hora de dormir, intensifica a ação do GH (hormônio do crescimento), que tem o pico de produção à noite. Em adultos, o GH ajuda a formar músculos e faz o organismo ajudar a gordura estocada como fonte de energia. Para conseguir esse efeito é preciso consumir 2 colheres de sopa (no máximo três) da fruta pura, sem açúcar ou adoçante, antes de ir para a cama.


?Vitaminas A e E

Rico em vitaminas A e E e beta-sitosterol, ele também é bom para a pele, pois ajuda a combater acne, ruga e celulite. As substâncias anti-inflamatórias presentes na fruta ainda reduzem o risco de desgaste na cartilagem (tecido que protege as articulações), segundo uma pesquisa publicada na revista científica Osteoarthritis and Cartilage.


?Gorduras do Bem

A palavra gordura na alimentação remete logo as consequências ruins que o consumo exagerado traz para o organismo, principalmente para o coração. Só que existem as chamadas gorduras do bem que geram benefícios para a saúde e não devem ser evitadas. As gorduras desempenham importantes funções, como o transporte de nutrientes e vitaminas, ação isolante contra o frio e até mesmo a redução da fome, pelo retardo do esvaziamento do estômago, gerando a sensação de saciedade por mais tempo.


?Saber diferenciar

O importante é saber diferenciar as gorduras que são benéficas, das que causam prejuízos a nossa saúde. Gorduras do bem são as não saturadas, ou insaturadas, presentes em fontes vegetais como azeite de oliva e de amendoim, nozes, amêndoas, castanhas, linhaça, coco, açaí, chocolate amargo, abacate, além de ômega 3 e 6. A ingestão dessas gorduras saudáveis ajudam a melhorar a circulação sanguínea e a imunidade, ajuda a normalizar os processos inflamatórios, diminui o colesterol ruim (LDL) e ajuda a conservar o bom (HDL).


?Contra a Influeza

Um acordo assinado por países-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê o acesso mais rápido a produtos para proteger populações contra uma pandemia de infuenza ? como a registrada em 2009, provocada pelo vírus Influenza H1N1. O documento aprovou o compartilhamento de vírus e de insumos como medicamentos, kits para diagnóstico e vacinas. De acordo com um comunicado do Ministério da Saúde, a partir de agora, em situações de pandemia de influenza, todas as amostras de secreção respiratória coletadas de pacientes com sintomas de gripe serão rastreadas por uma rede internacional de laboratórios de referência.


?Jovens cientistas

A Rede Interamericana de Academias de Ciências (Ianas) e as Academias Nacionais dos Estados Unidos oferecem uma oportunidade para cientistas e engenheiros passarem um período de um a dois meses em laboratórios de ponta nos EUA.De acordo com a Ianas, o objetivo da bolsa é ampliar e fortalecer a capacitação em ciência e tecnologia nas Américas, assim como a cooperação entre pesquisadores e instituições americanas.


?Programa de bolsas

O programa de bolsas de curta duração é voltado para jovens pesquisadores de países da América Latina e Caribe interessados em desenvolver habilidades técnicas e fortalecer atividades de cooperação com seus parceiros norte-americanos. Os selecionados receberão a passagem aérea e um valor de US$ 3 mil por mês. As instituições que os receberão nos EUA também darão apoio para hospedagem. Mais informações: https://www.abc.org.br/IMG/pdf/doc-573.pdf


?Infecção hospitalar

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo lançou um projeto piloto para reduzir o índice de infecção hospitalar de corrente sanguínea em UTIs. Ao todo, 50 hospitais do Estado, entre públicos e privados, assinaram a carta de intenção para participar do programa, em caráter experimental. Segundo dados da Secretaria, de 2004 a 2010, tanto as infecções de trato urinário como o número de pacientes entubados por pneumonia apresentaram queda.

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