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Feira hospitalar lança ultrassom de bolso

Mariana Versolato
| Tempo de leitura: 2 min

São Paulo - Um ultrassom de bolso, pouco maior que um smartphone, é uma das novidades em equipamentos para a saúde da feira Hospitalar 2011. A 18.ª edição do evento, que reuniu 1.250 expositores no Expo Center Norte, em São Paulo, terminou na última quinta-feira.

O miniultrassom, que tem 13,5 centímetros de altura e pesa menos de um quilo, foi desenvolvido para atendimentos de emergência, como em ambulâncias, e em lugares de difícil acesso.

Ele pode ser usado nas áreas de obstetrícia e cardiologia e para ver imagens torácicas. A tela é de alta definição e o fluxo sanguíneo aparece em cores.

A fabricante, a GE Healthcare, afirma que o produto também pode ser comprado pelo consumidor final, como grávidas que queiram acompanhar o desenvolvimento do bebê - caso haja alguma disposta a desembolsar R$ 22 mil pelo aparelho.

O uso caseiro não é perigoso para a mãe ou para o bebê, diz César Fernandes, presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo. "O problema é interpretar as imagens. É preciso ter conhecimentos de anatomia e das fases da gravidez para ligar as figuras a qualquer alteração."

A portabilidade também aparece em prontuários eletrônicos que podem ser acessados via iPhone, iPad e equipamentos com sistema operacional Android.

É o caso do My Alert, apresentado na feira. No programa, o usuário inclui suas informações médicas e insere dados sobre consultas, receitas, exames e remédios e vacinas que devem ser tomados.

O programa pode ser baixado em lojas de aplicativos para celulares e custa R$ 50 por ano. Pode ser de uso pessoal ou familiar -nesse caso, alguém fica responsável por gerir as informações.

O médico também pode acessar o histórico do paciente no portal do programa e monitorar informações sobre o controle de diabetes, obesidade e hipertensão.

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