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"É bastante. Eu vi uma matéria de um carro produzido aqui mas que é vendido pela metade do preço no México. O que pagamos a mais é tudo imposto. Assim é com outros produtos também. É muita coisa."

Erica Mello, 27 anos, comerciante

"O brasileiro trabalha para pagar imposto. Tudo o que compramos tem imposto. Muitas vezes, metade do valor ou até mais vai para pagar imposto. Tudo poderia ser mais barato se as taxas fossem menores."

Leonardo Menezes, 30 anos, representante comercial

"É um valor alto. Toda vez que faço compra, me sinto lesado porque sei que estou pagando uma carga alta de tributo. Trabalhamos o equivalente a cinco meses só para pagar imposto. Isso é um absurdo."

Luiz Toledo, 51 anos, repórter cinematográfico

"Acho que se em troca dessa alta carga de imposto tivéssemos uma boa qualidade de ensino, estradas decentes e um bom atendimento na saúde, nós não nos sentiríamos tão revoltados. Infelizmente, não vemos retorno."

Mariana Martins, 37 anos, contadora

"Não tenho noção exata, mas é bastante. É um exagero e o dinheiro arrecadado é mal aproveitado. Os benefícios que recebemos em troca não são compatíveis com o que pagamos de imposto. O retorno é menor"

Richardson Rocha, 31 anos, músico

"Pagamos uma taxa abusiva de impostos. É uma carga muito pesada. E o que é arrecadado poderia ser melhor repartido porque nós não vemos melhorias em serviços básicos, como saúde e educação."

Fabiane Ruiz, 36 anos, psicóloga

"O peso do imposto em tudo o que compramos é algo que me assusta. Seja sobre os salários, sobre as compras de alimentos, carros, combustíveis, enfim, tudo. A diferença de preço com e sem imposto é gritante."

Carlos Eduardo Ruiz, 37 anos, advogado

"É uma carga abusiva. Basta ver os protestos que os donos de postos de combustíveis fazem todo ano, quando vendem o álcool e a gasolina pelo preço sem imposto. Isso causa muita revolta porque não vemos retorno."

Stefânia Ulian Caetano, 26 anos, bancária

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