? Cidade economiza
Uma matéria publicada pelo JC em dezembro de 2010 levou a mais uma grande economia de dinheiro aos cofres públicos municipais. Trata-se da dívida que a prefeitura tem com o DAE. No início, eram R$ 83 milhões que após nossa editoria de política apontar a possibilidade de redução caiu para R$ 27 milhões, uma economia de R$ 56 milhões. Leia mais na página 3.
? Sonho misterioso
Enquanto defendia a transferência do prédio da Câmara para a Estação Ferroviária, o vereador Fernando Mantovani (PSDB) contou sobre um sonho que teve. Nele, o prefeito de Bauru fazia seu primeiro pronunciamento da sacada do prédio da estação, em um dia ensolarado, com presença maciça da população.
? Quem era o prefeito?
Questionado sobre quem era o prefeito do sonho, Mantovani desconversou. Seria Marcelo Borges, seu colega tucano mais cotado para a disputa do Palácio das Cerejeiras? Seria o prefeito e adversário do PSDB nas próximas eleições Rodrigo Agostinho? Ou seria o próprio vereador, que teria deixado escapar suas ambições políticas?
? Digitalização feita
De acordo com a assessoria de imprensa da Câmara Municipal de Bauru, o distrato do contrato entre o Poder Legislativo e a Cobra Tecnologia se deu porque a empresa já teria concluído os trabalhos de digitalização do acervo da Casa. No entanto, resta informar como está funcionando o procedimento para os documentos atuais do acervo.
? Mais poderes
A Comissão de Justiça, Legislação e Redação apresentou projeto na tarde de ontem permitindo que membros das comissões internas da Câmara possam solicitar informações sobre propostas aos autores das matérias, seja o Executivo ou algum vereador. Atualmente, apenas os relatores dos projetos podem fazê-lo.
? Mau uso passado
O processo passou a funcionar dessa forma na legislatura anterior para que os parlamentares não utilizassem da ferramenta de solicitar informações para ganhar tempo na avaliação dos projetos que chegam ao Legislativo. É o famoso uso da norma para adiar ou engavetar proposta.
? Aporte adiado
Os vereadores sobrestaram por duas semanas a votação do projeto do Executivo que autoriza repasses de aporte financeiro da Prefeitura de Bauru, DAE e Câmara Municipal para a Funprev. Isso porque os valores da matéria apresentada no ano passado precisam ser corrigidas pelo prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB), pois os Planos de Cargos, Carreiras e Salários culminaram no aumento de R$ 100 milhões na dívida no rombo.
? Pedido do líder
A solicitação para o sobrestamento foi feita pelo líder do governo Renato Purini (PMDB). Marcelo Borges (PSDB) também havia apontado a impossibilidade de votar o projeto sem considerar o aumento de um ano para o outro. O que precisa ajustar no projeto é que a atualização anual seja automática, através dos cálculos apresentados todo mês de abril pela Funprev.
? IPTU progressivo
Antes da votação em plenário do parecer de ilegalidade ao projeto que pretende implantar o IPTU progressivo em Bauru, a proposta foi retirada pelo autor, Roque Ferreira (PT). O petista explicou que vai apresentar projeto substitutivo acerca do tema junto com o colega José Roberto Segalla (DEM).