Após encontro com o vice-presidente Michel Temer, os senadores do PMDB decidiram que não apoiarão, por enquanto, a abertura de uma CPI para investigar o aumento patrimonial do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, e a atuação da sua empresa, a consultoria Projeto.
O governo temia que até nove peemedebistas do Senado apoiassem o pedido de investigação. A oposição tenta obter apoio de alguns parlamentares da base governista para conseguir o número de assinaturas suficiente para criar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista.
Durante um jantar na segunda-feira, Temer aconselhou os peemedebistas a esperar uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre as explicações prestadas pelo ministro. Palocci tem sido alvo de pedidos de investigação por parte da oposição depois de divulgada informação sobre um aumento em 20 vezes de seu patrimônio desde 2006.