Trípoli - Muammar Gaddafi foi enfático ao afirmar que não vai deixar a Líbia, disse ontem o presidente sul-africano, Jacob Zuma, após encontro com o líder líbio. A afirmação praticamente elimina as esperança de uma solução negociada para o conflito.
Mas surgiram novas questões sobre quanto tempo Gaddafi conseguirá se manter no poder, depois de um alto funcionário da ONU afirmar que a escassez de alimentos e medicamentos nas áreas da Líbia controladas por Gaddafi equivalia a uma "bomba-relógio".
Poucas horas depois da partida de Zuma de Trípoli, na noite de anteontem, a televisão da Líbia informou que aeronaves da Otan retomaram os ataques. Segundo a TV, os ataques eram contra instalações civis e militares em Trípoli e Tajoura, a leste da Capital.