Apesar de anunciar nova cara, a Fifa, de fato, perdeu uma das faces de maior credibilidade e ganhou políticos e cartolas em sua cúpula. Ou seja, sinaliza tão poucas mudanças quanto as reformas do presidente Joseph Blatter. O alemão Franz Beckenbauer deixou o Comitê Executivo por motivos pessoais. Disse que quer ficar mais com a família. Seu substituto será Theo Zwanzinger, ex-presidente da federação alemã, que entrou com discurso de críticas à Fifa. "Ainda temos que analisar o que precisamos fazer para mudar de fato", atacou.
Entre os novos membros está o príncipe da Jordânia, Ali Bin Hussein, que substitui um opositor de Blatter, o sul-coreano Chung Mon-joo. Outro novo elemento é David Chung. O representante da Oceania é aliado de Reynald Temarri, suspenso por negociar seus votos na escolha da Copa. Ainda há Mohamed Raourada, que é um típico cartola na Argélia.