O presidente da Fifa, Joseph Blatter, deve ser cobrado por sua promessa de reformar a entidade após a reeleição em meio a um grande escândalo de corrupção, disse o ministro do Esporte da Austrália, Mark Arbib, nesta quinta-feira.
A Austrália ainda se ressente por sua campanha de 47,7 milhões de dólares para sediar a Copa do Mundo de 2022 só ter recebido um de 22 votos na eleição de dezembro do comitê executivo da Fifa.
Blatter foi reeleito sem adversários para um quarto mandato de quatro anos na quarta-feira, e de imediato propôs mudanças para tornar a escolha dos anfitriões do Mundial mais democrática e intensificar a luta contra a corrupção.
A Associação Europeia de Clubes (ECA na sigla em inglês) liderou os pedidos para que Blatter implemente mais reformas, e Arbib somou sua voz ao coro nesta quinta-feira, dizendo que a Fifa precisa seguir o exemplo do Comitê Olímpico Internacional (COI).