A sistematização de absurdos fez do ridículo fato aceitável. Escândalos políticos tornaram-se tão cotidianos quanto o simples ato de respirar. O que seria da enorme São Paulo sem o imundo ar? Do sempre belo Rio de Janeiro sem as mundialmente conhecidas favelas? E a nossa provinciana Bauru, ficaria como sem os asfaltos esburacados? A banalização da problemática é prática comum na conformista Terra de hoje. Escola pública precária? Normal! Hospital do governo sem médicos? Pleonasmo! A cultura da aceitação precisa ser devastada da natureza humana. Cortemos o galho da insensatez com o facão do bom senso. Esperança significa nadar com fé, não sentar e ver a maré! Assistir, não! Agir, sim! Revoltas de sofá não movem o mundo. É necessário atuar para mudar. A profilaxia da preguiça? Depois eu conto! Agora vou descansar! (Prosarcasmo.
Gabriel Garcia Martinão - http://prosarcasmo.blogspot.com/