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Marcha da Maconha é proibida no DF e vira ato por liberdade

Folhapress
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Brasília - Com a Marcha da Maconha proibida em Brasília, cerca de 150 manifestantes foram às ruas com gritos de "Pamonha!" e se depararam com 12 carros e quatro micro-ônibus da PM deslocados para garantir que a manifestação não acontecesse. "Estamos sendo reprimidos pela possibilidade de um crime que sequer foi cometido", diz o advogado do movimento, Mauro Machado.

Em negociação, a polícia permitiu um ato pela liberdade de expressão. Por volta das 15h30, os manifestantes se concentravam frente à catedral de Brasília para refazer os cartazes que tinham menções à maconha.

A polícia deve fazer depois uma triagem para verificar se há mensagens sobre a droga, e então o ato poderá ser liberado. O protesto sairá da catedral e seguirá até o Congresso Nacional.

A Marcha da Maconha foi proibida pelo desembargador João Timóteo de Oliveira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, sob o argumento de que seria apologia às drogas.

Em São Paulo, um protesto contra a proibição da Marcha da Maconha teve confronto entre manifestantes e policiais. A Marcha da Maconha também foi transformada em Marcha pela Liberdade de Expressão, depois de proibida pela Justiça.

Na ocasião, cerca de 100 policiais militares, a maioria da Tropa de Choque, estavam no local. Com balas de borracha e bombas de efeito moral, a PM perseguiu por 3 km os manifestantes.

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