Dominique Strauss-Kahn, ex-diretor-geral do FMI se apresentou hoje ao Tribunal Penal de Nova York. Ele declara ser inocente às declarações onde é acusado de crimes sexuais contra uma camareira de um hotel de Manhattam, no dia 14 de maio.
O ex-diretor cumpre prisão domiciliar em um apartamento no sul de Manhatam. Caso seja condenado, ele cumprirá 74 anos em regime fechado.
Os advogados do ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Benjamin Brafman e William Taylor, afirmaram diversas vezes que o cliente se declara inocente.