Tribuna do Leitor

Escola do Bauru I


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Sobre o texto Estilo Vagabundo (Verbalize Mix), proposto aos alunos da Escola "Profª Sueli Aparecida Sé Rosa" do Bauru I, nosso bairro é composto por trabalhadores, nossas casas foram compradas e estão sendo pagas para a Caixa Econômica Federal. Para comprá-las, foi necessário pagar durante um ano uma tal de "implantação", antes da entrega do imóvel. Conseguimos tal feito em virtude de sermos trabalhadores (podem nos chamar também de suburbanos ou pequenos burgueses). Pagamos a "implantação" e os nossos aluguéis até podermos mudar para o nosso bairro. Se fizerem uma pesquisa aqui irão ver que a maioria dos pais dos alunos conta com, no mínino, o segundo grau, atual ensino médio, como grau de escolaridade. Todos os anos participamos em peso da tradicional Festa Junina da Escola "Profª Sueli Aparecida Sé Rosa" (que deve estar se revirando no túmulo), dando uma substancial ajuda à APM da referida escola. Participamos, também, quando chamados, das reuniões bimestrais de pais e mestres. Enfim, não nos omitimos e jamais o faremos, pois se trata do futuro dos nossos filhos e netos. Pelo mesmo motivo, não podemos nos calar face aos últimos acontecimentos referentes ao texto que foi passado aos alunos, que segundo informado pela professora, minha "xará", foi indicado pelo MEC, (que ultimamente vem dando provas de incompetência em cima de incompetência, vide os vídeos sobre homossexualismo ou o livro "Por uma vida melhor", ambos indicados pelo MEC). Portanto, fazer propaganda pró MEC não nos quer dizer nada. Pior, nos faz crer que o mestre não está mais está afinado com a educação, mas sim que se rendeu definitivamente ao "abono" de fim de ano.

Márcia Ferraz Barbosa, avó de duas alunas da escola "Profª Sueli Aparecida Sé Rosa" do Bauru I

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