Internacional

Tribunal adia decisão sobre extradição de fundador do WikiLeaks

Da redação JCNet
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Dois juízes adiaram na quarta-feira uma decisão sobre autorizar ou não a extradição de Julian Assange, fundador do WikiLeaks, da Grã-Bretanha para a Suécia em função de alegações de má conduta sexual. Uma decisão judicial por escrito será entregue em data posterior, ainda não especificada.

Advogados das autoridades suecas disseram à corte britânica na quarta-feira que Assange é acusado de estupro e agressão sexual e deve ser transferido à Suécia para enfrentar as acusações.

Promotores suecos querem interrogar Assange sobre três alegações de agressão sexual e uma de estupro feitas por duas mulheres, ambas voluntárias do WikiLeaks, na Suécia em agosto do ano passado. Assange nega as alegações, e ainda não foram formuladas acusações criminais formais.

A equipe de defesa de Assangue pediu aos dois juízes que impedissem sua extradição, argumentando que o caso tem falhas judiciais e que o sexo sempre foi consensual.

O site WikiLeaks, de Assange, começou no ano passado, pouco antes da prisão de Assange, a publicar um arquivo de mais de 250 mil telegramas diplomáticos secretos dos EUA, enfurecendo o governo americano e causando sensação na mídia.

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