O resultado dos testes de DNA dos filhos adotivos da dona do jornal argentino, Clarín, foi negativo para as amostras das 55 famílias que exigiram o exame que faz parte de um processo que procura determinar, se eles foram adotados ilegalmente durante a ditadura, disse o advogado da empresária.
O caso tem um grande impacto político em meio a um confronto que há muitos anos é travado pelo Grupo Clarin e o governo da presidente Cristina Fernández, que nas eleições de outubro tentará um novo mandato.
"Está descartada a possibilidade de que as crianças sejam filhos dos desaparecidos, porque as amostras não coincidem com as amostras cedidas por nenhuma das famílias que buscam filhos desaparecidos," disse à Reuters Gabriel Cavallo, um dos advogados da empresária da empresária Ernestina Herrera de Noble.