Os noruegueses tentavam nesta quarta-feira retomar sua rotina depois do massacre provocado por um fanático de ultradireita, mas um alerta de segurança causou a desocupação da estação rodoferroviária de Oslo, reavivando o trauma.
A chefe do serviço de inteligência doméstica do país disse acreditar que Anders Behring Breivik agiu sozinho para cometer a morte de 76 pessoas num atentado a bomba e numa chacina armada, e contestou a tese de insanidade apresentada pelo advogado dele.
A estação central de Oslo foi desocupada por causa de uma mala suspeita encontrada em um ônibus, e todos os serviços de trens e ônibus foram suspensos. Carros de polícia, caminhões de bombeiros e ambulâncias cercaram a estação, mas a polícia disse que o volume era inofensivo.
"Não foi encontrado nada de interesse", disse o superintendente policial Tore Barstad a jornalistas.
Em outro falso alarme, a polícia inicialmente disse que estava em busca de um homem ligado a Breivik, mas depois esclareceu que o procurado era uma pessoa perturbada, sem relação com o assassino.