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Senado dos EUA rejeita plano fiscal


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Washington - O Senado dos Estados Unidos derrotou ontem uma proposta democrata para elevar o limite de dívida do país, enquanto os parlamentares se aproximavam de um acordo que seja aceitável para ambos os partidos. Com o resultado de 50 votos a 49, o plano do senador Harry Reid não conseguiu os 60 votos necessários para avançar na Casa de 100 membros.

Elementos da proposta de Reid podem aparecer no acordo bipartidário que deveria ser completado ainda ontem. O Senado precisa agir rapidamente quando houver um consenso. "O acordo que está sendo buscado com o líder republicano e o governo e outros ainda não está lá", disse Reid no Senado após a votação. "Nós estamos esperançosos e confiantes de que ele pode ser feito."

Sob as regras normais do Senado, a votação final de um eventual acordo pode ser adiada até quarta-feira, um dia após o prazo final estabelecido pelo Departamento de Tesouro para garantir que os EUA não deem calote em suas obrigações de dívida. Mas o acordo também pode incluir provisões para garantir que o Congresso aja antes disso, segundo um assessor democrata.

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Acordo muito perto


Washington - Os parlamentares norte-americanos estavam perto de fechar um acordo de US$ 3 trilhões ontem para aumentar o limite de empréstimos dos Estados Unidos e assegurar aos mercados financeiros que o país vai evitar uma catastrófica moratória. "Estamos muito próximos", afirmou o líder da minoria no Senado Mitch McConnell, legislador republicano que está tendo um papel crucial nas negociações da dívida.

As perspectivas melhoraram para um importante pacote para cortar o déficit norte-americano depois que líderes republicanos e democratas reabriram as difíceis negociações com a Casa Branca. Uma importante autoridade do governo usou de precaução e disse que o acordo "ainda não estava fechado".

McConnell, durante entrevista à emissora de TV CNN, disse esperar que o líder da maioria no Senado, Harry Reid, um democrata, possa apresentar logo um acordo para os senadores republicanos. Perguntado se o acordo sairá neste domingo, ele respondeu: "Logo".

O senador democrata Charles Schumer disse estar claro que o acordo vai elevar o limite de déficit o suficiente "para que não tenhamos que voltar a isso até 2013". Uma exigência de Obama era não levantar o assunto em 2012, que é ano eleitoral.

O impasse político sobre como reduzir o déficit dos EUA e elevar o teto da dívida colocou o país sob risco de perder sua taxa de classificação de crédito AAA.

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