Tribuna do Leitor

Muito pará-pá-pá


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1) Por que os pseudosbauruenses (bauruistas) estão preocupados com o fato de o sr. Octaviani querer ser prefeito de Bauru? É regra ter nascido na cidade? Eu não conheço esse sr. pessoalmente, mas me sinto bem ao entrar em Agudos (vindo de Bauru) e ver aqueles canteiros e praças muito bem cuidadas (parece a praça em frente à minha casa, que horror), por ele e agora por seu sobrinho, então pergunto: Por que os srs. não se manifestam na campanha para deputados estaduais e senadores, quando muitos (aí, sim) paraquedistas aparecem por aqui  (Tiririca, Arnaldo Jardim, Vaccarezza, Genoino) pedindo votos (e o que é pior, levam!)?

2) Polícia Militar: ainda bem que já sou reformado, pois está dificil de trabalhar hoje em dia, quando há uma ocorrência policial, (civil ou militar), a primeira preocupação do repórter é: havia necessidade de o policial atirar, usar de força física para prender o meliante? Aí eles ou elas ficam contentes (Fátima Bernardes e Sandra Annenberg), com o sorriso de canto a canto, quando niticiam que os policiais serão investigados, para saber se eles estavam bem preparados para aquela função (ou ocorrência), sendo que a figura principal não é o transgressor (meliante) e sim o policial;

3) Leram a resposta da 5ª Ciretran, através da figura ilibada do dr. Inforzato? Viram? Re-clamar é fácil, falar a verdade é mais dificil. Parabéns, dr. Inforzato e demais funcionários da Ciretran, vocês sempre trabalharam seriamente, continuem assim. 

4)  Às vezes tenho pena dos policiais federais, pois trabalham com tanto denodo, tanto afinco, noites em claro às vezes, para prender corruptos (que logo são soltos através de liminares). Nada contra os nossos queridos magistrados (são obrigados a acatar a lei). É seu trabalho é são jogados ao vento e ainda são obrigados a ouvir comentários indevidos da pessoa que deveria cuidar melhor de nosso pais, a presidente. Vamos lá, Pasquarelo, diga alguma coisa. desculpem meu desabafo, mas estava entalado na garganta. desculpe ao nosso querido vizinho de Pederneiras, mas aqui em bauru não tem qua-qua-qua, quais-quais nem trololó, temos muito pará-pá-pá. Atenciosamente.

Nelson Carvalho - pai e avô preocupado com o futuro

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