Internacional

Ex-chefe do FMI se livra de denúncia de estupro


| Tempo de leitura: 1 min

Nova York - O juiz Michael Obus, da Suprema Corte do Estado de Nova York, derrubou o caso contra o ex-diretor-gerente do FMI Dominique Strauss-Kahn, encerrando formalmente a ação criminal contra ele, que havia chegado pouco antes ao tribunal para a audiência.

Os promotores tinham pedido que o caso fosse arquivado por causa da falta de credibilidade da suposta vítima. Com a decisão, ele fica livre para retornar à França.

O homem que já foi visto como um dos principais candidatos na próxima eleição presidencial na França receberá de volta seu passaporte e ficará livre de pendências na área criminal.

Os promotores da procuradoria-geral do distrito de Manhattan explicaram na segunda-feira que perderam a confiança na delatora, a camareira Nafissatou Diallo, imigrante de 32 anos da Guiné, que alegou que Strauss-Kahn a havia atacado em seu quarto em um hotel de luxo e a obrigado a realizar sexo oral.

Apesar de seu depoimento do ataque continuar firme, Diallo contou uma série de mentiras sobre seu passado e sobre o que aconteceu imediatamente após o incidente, supostamente ocorrido em uma suíte de US$ 3 mil, no hotel Sofitel em Nova York, em 14 de maio, o que minou sua credibilidade, disseram promotores.

As provas materiais não foram capazes de provar a falta de consentimento.

Comentários

Comentários