O país africano Burkina Fasso, que recebeu no passado grande ajuda da Líbia, ofereceu exílio a Muammar Gaddafi, mas também reconheceu o Conselho Nacional de Transição dos rebeldes como novo governo líbio.
O Chad, outro país que também recebia ajuda da Líbia, igualmente reconheceu o conselho rebelde.
O ministro de Relações Exteriores de Burkina Fasso, Djibril Bassolet, disse que Gaddafi poderia buscar exílio em seu país, mesmo a nação africana sendo signatária do Tribunal Penal Internacional, que acusa o líder líbio de crimes contra humanidade.
"Em nome da paz, eu acredito que tomaremos, com nossos parceiros na comunidade internacional, quaisquer passos necessários", disse Bassolet, sem dar mais detalhes.