Por determinação da corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Eliana Calmon, deverá ser apurado se houve negligência por parte dos presidentes do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) em relação à segurança da juíza Patrícia Acioli.
Ela foi morta com 21 tiros, no último dia 12, quando chegava em casa, em Niterói. Ela atuava na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo. Após a morte, foram encontrados, no gabinete dela, documentos no quais ela reclamava da falta proteção.
Caso exista indícios de descuido, o plenário do conselho decidirá sobre a abertura de processo administrativo para julgar eventuais responsáveis.
Já em Pernambuco, a juíza Fabíola Michelle Muniz Menezes teve manutenção de escolta aprovada pelo plenário do CNJ. Isso porque ela teria recebido ameaças no interior do estado.