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Polícia detém 12 suspeitos em investigação sobre morte de juíza

Folhapress
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Rio - Cerca de 120 policiais civis de várias delegacias do Rio de Janeiro realizam ontem uma operação para reprimir a máfia dos caça-níqueis em São Gonçalo, região metropolitana do Estado, e para checar cerca de 160 denúncias sobre o paradeiro de suspeitos envolvidos no assassinato da juíza Patrícia Acioli, 47 anos.

Segundo a Polícia Civil, a atividade ilícita é um dos braços econômicos das milícias que atuam na região.

A polícia informou que 12 pessoas foram detidas e 62 máquinas de jogos de azar apreendidas. Os detidos estão sendo levados para a 72.ª DP (São Gonçalo). Ainda de acordo com a polícia, uma fábrica de montagem de máquinas caça-níqueis foi fechada no início da tarde de ontem, no bairro Lindo Parque, em São Gonçalo. No local foram apreendidas 25 carcaças de máquinas caça-níqueis.

A corporação informou, em nota, que os policiais estão divididos em 39 equipes de nove delegacias.

Patrícia Acioli foi morta com 21 tiros, no último dia 11, quando chegava em casa, no bairro de Piratininga, em Niterói, na região metropolitana do Rio. Na ocasião, ela foi seguida por dois homens em uma moto após sair do Fórum de São Gonçalo.

De acordo com a Polícia Civil, as informações sobre suspeitos foram recebidas pelo Disque-Denúncia nos últimos dias.

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