Jaú - A Secretaria de Saúde e Secretaria de Planejamento e Obras de Jaú (47 km de Bauru) obteve junto ao governo federal a aprovação do projeto básico para a construção de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Porte II em nosso Município. A UPA Porte II foi definida pela população de cobertura (de 100.001 a 200.000 habitantes). Será na av. Arminda Furlani Bernardi.
O projeto básico, que é uma planta baixa contendo o layout das salas e suas funcionalidades foi desenvolvido pela arquiteta Gabriela da Matta Guedes, da Secretaria de Planejamento e Obras da Prefeitura de Jaú. Foi aprovado pelo Ministério da Saúde e pela Vigilância Sanitária Municipal, sendo um dos três projetos indicados pelo Ministério da Saúde e que sairá nas próximas edições da revista Infraestrutura Urbana, a mais nova publicação da Editora PINI. É uma ferramenta de trabalho e um instrumento de referência técnica para equipes de engenheiros, arquitetos e profissionais especializados dos órgãos públicos e companhias privadas que atuam no setor, apresentando modelos de projetos, referências de custos para orçamentos de obras públicas, informações sobre tecnologias e sistemas construtivos.
Os ambientes, área física, mobiliário, materiais e equipamentos mínimos para o projeto foram estabelecidos por esta Portaria e pela Resolução da Anvisa - RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002 (Resolução que dispõe sobre o regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde).
As Unidades de Pronto Atendimento - UPA 24h são estruturas de complexidade intermediária entre os Postos de Saúde e as portas de urgência hospitalares. Ambos, em conjunto, compõem uma rede organizada de Atenção às Urgências. Devem encaminhar para internação em serviços hospitalares os pacientes que não tiverem suas queixas resolvidas em 24 horas de observação. Para tanto, uma Base Descentralizada do Samu 192 foi proposta.
Além disso, a UPA presta atendimento aos pacientes com quadros de doença agudos de natureza clínica e aos casos de natureza cirúrgica ou de trauma, estabilizando os pacientes e realizando a investigação diagnóstica inicial, definindo a necessidade ou não de encaminhamento a serviços hospitalares de maior complexidade.