Fernando Leite era presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe. Na falta do governador e do vice, ele assumiu temporariamente o comando do Estado.
Entusiasmado, mandou telegramas para meio mundo, comunicando sua governança.
Orgulhoso, como bom filho, telegrafou à mãe, internada e gravemente enferma em hospital do Rio de Janeiro.
"Mamãe, pode morrer tranquila. Seu filho é governador. Beijos, Fernando..."
Lúcio Jacomini, lido no blog do Gaudêncio Torquato