Cultura

Aos 71 anos, Dalva arrisca passos do balé neoclássico

Mariana Cerigatto
| Tempo de leitura: 1 min

Se a dupla encanta qualquer plateia com uma coreografia que desperta emoção, a disposição e a ousadia da bailarina Dalva Correa não ficam para trás. Aos 71 anos, idade não é desculpa para Dalva. Foi a bailarina quem deu o nome à coreografia "Poema", dançada por ela e por José Bortolucci.

Por meio de passos ousados, Dalva mostra toda sua vivacidade, disposição e paixão pela dança mesmo em uma idade avançada. "Não tenho idade para parar de dançar", alegou.

"Poema" segue a linha do balé neoclássico. "Neste tipo de dança, temos mais liberdade nos passos", explica.

Fundadora do Ballet Vitória Régia, Dalva Correa diz que a coreografia "Poema", levada no concurso do Chile, é uma homenagem a seu esposo, já falecido. Na dança, Dalva consegue expressar o carinho e amor que sentia pelo marido. "Na época em que ele faleceu, eu não conseguia parar de chorar e pensei em fazer uma poesia em sua homenagem", concluiu.

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