Antes de entrar na faculdade (1999), fazia parte do conselho da assistência social em Bauru e naquela época os conselheiros viviam o mesmo dilema: a falta de apoio dos governos municipal,estadual e federal na política da criança e adolecente. Imagina uma cidade de mais 400 mil habitantes que não tem um centro de reeducação dos jovens ou, pior ainda, sem um centro de tratamento de viciados. Acorda Bauru, trate suas crianças e seus jovens, pois amanhã ele pode bater na sua porta com uma arma na mão pedindo comida.
Adriano Queiroz